Investimentos e Emoções

Teve um tempo em que apenas uma análise era uma estratégia disponível para o controle de investimentos. Algum tempo depois, quando é capaz de fazer a sua própria memória, ganhamos mais uma opção: uma análise técnica. Entretanto uma lacuna será vazia e provocou que os dois tipos de análise não chegassem esclarecer.

Por que os investidores e especuladores de grande experiência perdem tudo o que têm? Por que algumas pessoas simplesmente não conseguem lidar com suas finanças de maneira segura? Apenas uma vez foi capaz de responder às perguntas. Assim, algumas pessoas são mais necessárias para se incorporar ao processo de análise. É necessário, também, realizar uma análise psicológica, que exija as regras comportamentais.

Hoje, mais importante é conhecer os mercados, compreender os conhecimentos de nossos conhecimentos. Por culpa da aversão ao risco, riscos maiores. A grande diferença é quem arrisca mais e, mesmo que seja, a sua liberdade de conquista é maior.

This new science mostra como é importante conhecer também os mercados, mas também é uma forma de se aplicar ao conhecimento. As explanações sobre as funções e os pesos são totalmente ilógicos sobre as decisões. Quer entender melhor? O que você escolheria: ganhando R $ 100 ou ganhando R $ 200 de imediato, mas perdendo R $ 100? Perder sempre tem um impacto psicológico mais tenso do que ganhar a mesma quantia. Por que é tão difícil controlar as emoções, mas não é impossível! Basta conhecer um pouco mais e conquistar o autocontrole.

Emoção ao investir

Efeito manada, excesso de otimismo, aversão à perda, autoconfiança exagerada. As pessoas são sinergias comuns em investimentos e têm os mesmos motivos que os demais.

Despertar a consciência do investidor sobre os sintomas psicológicos que surgem a partir da relação com investimentos e dinheiro é uma maneira de aguçar a razão e evitar que a emoção influencie nas decisões, segundo especialistas.

De acordo com dados levantados pelo banco Santander, 40% dos clientes que fizeram cursos ou participaram de palestras sobre finanças comportamentais obtêm melhores rentabilidades nos investimentos.

“Isso ocorre porque o investidor percebe que é preciso raciocinar antes de tomar a decisão e não simplesmente fazer porque os outros fizeram”, analisa Vera Rita de Mello Ferreira, psicanalista especializada em psicologia econômica e autora de dois livros sobre o tema.

Um estudo da Universidade de Cambridge comprova a falta de racionalidade que há na relação com os investimentos. “O maior medo do ser humano é falar em público. Em segundo lugar está a morte. E a terceira aflição é o futuro financeiro. Se há esse medo, há emoção em excesso.”

Aconselhamento. Um levantamento da Infomoney feito com centenas de brasileiros mostra que somente 4,75% dos investidores tomam decisões com base na opinião de profissionais especializados; 30,71% decidem unicamente por sua própria análise; 22,57% são pouco influenciados pela soma de análises próprias e profissionais; e 41,97% ponderam as opiniões de conhecidos e as percepções próprias.

Para Bernardo Nunes, que está desenvolvendo uma tese de doutorado sobre finanças na Nova School of Business Economics de Lisboa, o investidor que passa a conhecer “os vieses e desvios da racionalidade mais comuns pode evitar uma boa parte das perdas e passa a lidar com o assunto finanças de uma forma mais eficaz”.

Institucional. Os estudiosos do assunto afirmam que já há uma incorporação do tema nos escopos mais tradicionais da economia, apesar de ainda haver preconceito dos economistas mais antigos. “Depois da crise financeira de 2008, certamente as finanças comportamentais ganharam ainda mais relevância”, diz Vera Rita.

Nunes conta que Áustria, Inglaterra, Holanda e Suécia são os países mais avançados nesse processo em termos acadêmicos. “Na psicologia econômica como um todo”, diz.

Especificamente sobre as finanças comportamentais, que são um processo da psicologia econômica, os Estados Unidos lideraram a incorporação, tanto no meio acadêmico quanto no prático, de acordo com Nunes.

“Nos Estados Unidos, como certificações profissionais de finanças, como um CFA, incorporam as regras de conduta nas provas”, explica. “No Brasil, o que também já foi mencionado na certificação CGA, da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais)”, exemplifica.

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